É sempre bom defender a si mesmo. E eu, como aluno de jornalismo, estou aqui para defender minha escolha, a escolha dos meus amigos e colegas de trabalho. Prefiro manter a defesa apenas para nós, jovens jornalistas. Portanto, se você têm mais de 30 anos - consideravelmente maduro - e faz jornalismo caia fora, o papo aqui é bem mais jovem.
Quem sabe uma linguagem mais criativa, um bate papo mais solto e divertido. Não que vocês, supostos maduros, sejam chatos. Afinal, aprendemos muito com os mais velhos.
Gostaria de dizer que entrar adolescente numa faculdade de jornalismo e ir amadurecendo junto a um curso de comunicação, resulta em dívidas intensas com a profissão. Estamos num processo doido, onde, coisas sérias e fúteis aparecem constantemente enquanto consumo. Aí vêm todo tipo de consumo como, por exemplo, o gosto musical.
Putz, é complicado. Digamos que ficar ouvindo o pop das baladas realmente não seja errado, mas ninguém pode negar que esse tipinho de som Rihanna e Britney Spears não contamina a mente. E quando o papo não é legal!? sabe aquele papo de gente que não quer nada com nada? Pessoas que querem apenas o sucesso sem motivo.
Bom, ser um jovem jornalista ( o bom jornalista) ajuda muito, pois, nessas horas de sem fôlego você percebe o quanto ser jornalista ainda jovem lhe diferencia enquanto jogo de cintura. Com quem não tem mentalidade, o negócio não é excluir, é ter jogo de cintura. Como diz uma amiga jornalista ... ´´Tudo depende do contexto.``
Não confesso isso com o objetivo de conquistar vocês com a imagem de um garoto santo. Meus amigos jornalistas sabem do que falo. Erro muito. Também ouço o popzinho que você ouve, mas, não consumo como você consome.
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