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Informação, opinião, filmes e fotografias:

- Particularmente, fazer postagem em blog é algo sério e interessante para o meu aprendizado. Por mais que o texto seja meramente um ''bom dia'' ou ''faz calor lá fora'', quero dizer que tudo têm um valor. É aqui que aprendo, erro e acerto. Gosto muito do meu blog, das postagens feitas desde o início e espero que você, leitor, encontre alguma coisa útil que lhe faça comentar ou criticar. Críticas (positivas ou negativas) são sempre aceitas e compreendidas. Pois, diga-se de passagem, é sempre bom ter um espaço pessoal e, supostamente, democrático.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A Cabana:

Não é de hoje que ouço críticas dos leitores de ''A Cabana''. O livro de William P. Young, que se tornou um best-seller não convenceu, aparentemente, a maioria dos interessados e curiosos da história. Entre todos que leram A Cabana, apenas recebi opiniões negativas... Afirmações de que o livro é uma decepção.
O que mais impressionou meus amigos e colegas - quanto ao livro, obviamente - foi o final da história e algumas ''teorias'' pessoais em que o autor se afirma. Ainda não terminei a leitura, mas - por enquanto - A Cabana tem me deixado satisfeito. As inúmeras ideias e questionamentos da história fazem parte da minha formação e, por isso, surge a afinidade entre eu e o livro.


Contudo, não quero apresentar uma sinopse da obra, mas informar o quanto A Cabana apresenta uma extensa discussão sobre liberdade, amor, crença, ceticismo e, até mesmo, religião. O envolvimento de personagens, os assuntos e o modo como são abordados oferecem opções de perguntas e conhecimento.
Um livro, particularmente, interessante. Fácil de ler, mas não tão simples de se compreender. É aquele tipo de livro que deve ser lido no silêncio da madrugada, na tranquilidade do amanhecer de domingo e quando se quer pensar em seu próprio comportamento diante de Deus.
Começo agora o capítulo 8, por isso não é descartável a possibilidade de decepção com o final. Mas prometo que, gostando ou não da conclusão da história, volto para expressar minha opinião. Quanto aos curiosos de plantão, diria que ter uma leitura própria é sempre mais agradável e necessária.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Simples, velho e divertido:

 Quem nunca assistiu Ela é O diabo!?

 Não é sempre que os ''canais aberto'' de televisão passam filmes ruins e desinteressantes. No último sábado, por exemplo, a Tv Record exibiu ''Ela é o Diabo'' (1989) com Meryl Streep, Ed Begley Jr, Roseanne Barr, Sylvia Miles e Linda Hunt. A comédia com direção de Susan Seidelman é um filmes simples, bem divertido... Daqueles que agrada toda a família


Assistir Ela é o Diabo, nos faz pensar o quanto o cinema atual oferece pouca comédia boa. Os filmes do gênero (comédia) da década  de 80 e 90, em particular, são muito mais atrativos, engraçados e saudáveis. Hoje, é raro uma comédia que não fale de sexo ou que se resume à sátiras de outras produções.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Do terror para comédia:

O remake Piranha 3D é, incrivelmente, a passagem do terror para a comédia. Produzido em 1978, Piranha ganha nova versão. Desta vez, férias, bebidas, homens bombados, tarados e mulheres siliconadas substituem a ''realidade''da história.  


Impressionante mesmo, é saber que o filme não atrai e não agrada em nada. Os efeitos são falsos e pobres, a direção fotográfica pouco ousada, as atuações deixam a desejar (apenas Richard Dreyfuss se salva) e terror é a última coisa que se pode encontrar no filme.


Assisti-lo da uma sensação de ''misericórdia''. Em alguns momentos pensei que - devido ao besteirol - estava vendo uma nova produção de American Pie. Pode não ser nenhum tipo de comédia, mas Piranha 3D vai fazer você rir muito... E como!

 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O filme é:

Nada de lançamento! ''Desaparecidas'' estreou em 2003 e, sem dúvida alguma, é um filme maravilhoso, extraordinário.


Entre as boas produções que formam minha lista dos preferidos, este é um filme que deve ser indicado e considerado ótimo. Cate Blanchett está sensacional e a fotografia de Desaparecidas causa inveja. Um filme que deve ser visto por todos, principalmente, pelos amadores da sétima arte. Além da ótima atuação de Cate, é impossível esquecer de Tommy Lee Jones. Desaparecidas deve se ter em casa para qualquer tipo de final de semana.

Glamour x igualdade:

No último domingo (13), o programa ''Ao Ponto'' do Canal Futura teve como tema de debate a sexualidade. Em específico, o programa destacou os vários lados da realidade gay na sociedade brasileira. Um assunto que foi possível debater de várias formas, envolvendo pessoas e culturas diferentes.



Escolas para homossexuais, a diferença de comportamento entre baladas heteros e gls e o preconceito (obviamente) estiveram em pauta. Mas o que chamou a atenção foi, naturalmente, aquele velho e cansativo assunto de igualdade, democracia e direito. Afinal, assim como os negros, índios e analfabetos, não há dúvidas de que o público gay precisa se sentir igual a todo e qualquer outro grupo.
Quando observados, não se pode dizer que a grande maioria busca pelo direito de igualdade. A luta gay-política no Brasil é, particularmente, a que menos se destaca no cenário social, cultural e histórico do país. Falta de oportunidade e confiança na comunidade? Provavelmente não!
O que falta, possivelmente, é o interesse da própria comunidade gay em buscar mais seriedade, conteúdo e meios que contribuam em sua evolução social. Infelizmente, questões como Lady Gaga, Balada, Luxo e Glamour são as preocupações reais dessa maioria afetada pela futilidade.
Numa recente entrevista à revista ''IstoÉ'', a modelo Isabella Fiorentino afirmou que não gostaria de ter um filho homossexual. O motivo? Para ela não é uma questão de vergonha ou preconceito, mas de preocupação sobre o exagero de promiscuidade que o público gay tem apresentado.
Devido a esse tipo de comportamento e outras diversas situações que atrapalham uma realidade mais social, é preciso se conscientizar do tamanho do problema enfrentado por gays, simpatizantes...
Contudo, é a mentalidade dessas pessoas que não as deixam viver um mundo democrático. Pois, ser democrático não é ter todas as músicas de Katy Perry no computador ou celular e, muito menos, dizer constantemente ditados que somente o ''meio'' entende. É uma pena!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Agora é pra valer:

Quem gosta de dia nublado, garoa e um pouco de frio deve ter aproveitado o final de semana na serra gaúcha. Sem sol, o sábado e o domingo foram apropriados para o descanso, para ''tirar aquela soneca'', esquecer dos compromissos e ver um bom filme. Mas, é claro, deixamos isso de lado. Afinal, confesso que não estou aqui para falar do meu final de semana.
Quero apenas informar que, a partir de hoje, este blog será atualizado com mais frequência e pela diversidade de assuntos. O novo emprego/trabalho já garantido, a nova rotina de academia e estudos ajudam na hora de sentar em frente ao computador e escrever sobre o que pode ser importante.
Espero que me desculpem pela ausência nas últimas semanas. Esse tempo com pouquíssimo assunto atualizado se deve a outro tipo de ocupação... Como, por exemplo, entrevistas de emprego, viagens e problemas pessoais. Aguardem, volto com vários assuntos! Uma boa semana a todos.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O melhor sempre fica para o final?

Ainda adolescente eu sabia que, independente de ter conteúdo ou não, ''Jogos Mortais'' ganhava minha atenção. Os primeiros filmes eram, particularmente, fascinantes, curiosos e inovadores. Mas entre todos, eu sempre tive uma preferência por ''Jogos Mortais V''... Talvez, pelo fato de ser o único da sequência que consegui assistir no cinema.


Do primeiro ao sétimo, todos assistidos. Mas hoje - com outra formação e idéias - confesso que Jogos Mortais ( O Final) foi uma decepção. Acredito que foi um dos mais fracos, pouca criatividade e nada de inovador. A expectativa para ver o último filme era tão grande que não consegui superar. O filme, é claro, deixou a desejar!


E eu pergunto... O melhor sempre fica para o final? Nem sempre!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A Outra (2008):




A história é interessante, os atores excelentes e o filme maravilhoso. Entre tantos, hoje é dia de falar sobre ''A Outra''. A primeira vez que assisti o filme, no ano de lançamento (2008), prestei pouca atenção e vi menos que o necessário. Era noite de sábado, já havia tomado algumas latas de cervejas e algumas taças de vinho. 


Agora, em 2011, resolvi assistir mais uma vez e matar a curiosidade de alguns detalhes que passaram despercebidos. E quantos detalhes! O filme, simplesmente, é cativante, bastante formal e - com certeza - bonito e bem produzido. Natalie Portman, Eric Bana e Scarlett Johansson estão fantásticos.


Numa mistura entre história, paixão, traição, sociedade e poder, não há dúvidas de que o filme satisfaz o telespectador. A bela fotografia também contribui no resultado positivo de A Outra. Além da atuação desse trio extraordinário, o figurino usado pelos atores é apaixonante. A Outra é um filme que todos devem assistir, pois além de ''rostinhos'' bonitos, o filme tem um ótimo conteúdo.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vidro - Arte e Transparência:



Artistas Vidreiros de Porto Alegre





''A arte não pode ser definida ou explicada, pode apenas ser sentida através da sensibilidade daqueles que sabem apreciá-la''.




Fotografia: Saulo José
Exposição: Arte e Transparência
Período: segue até 28 de fevereiro
Horário: segunda a sexta, das 8h30min às 18h e sábados das 10h às 16h
Local: Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim - Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima
Rua Dr. Montaury, 1333
Caxias do Sul (RS)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ação pra valer:

Quem conhece Saulo José sabe bem que John Travolta e filmes de ação não agradam muito essa figura. Mas, por incrível que pareça, Dupla Implacável conquistou, ganhou elogios, distribuiu aplausos para Travolta e foi convencido por Jonathan Rhys Meyers.


O filme, segundo José, é sensacional, atraente e tem uma ação interessante. Porém, não muito divertido. Para ele, John Travolta está além do limite como ator, simplesmente fantástico. ''Dupla Implacável é o tipo de filme que - poucas vezes - não faz o telespectador perder a ida ao cinema''. Maravilhoso! 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Correria:

A correria das últimas semanas não contribui com a atualização do blog, como também com a leitura de jornais, revistas e livros. Confesso que estou ''desinformado'' (risos). Por isso, passei rapidamente para um alô aos visitantes e dizer que aos poucos tento manter o blog em dia.
Quanto aos assuntos, discussões e notícias, tenho a dizer que minha ida ao cinema para ver ''O Turista'' foi positiva e, é claro, valeu a pena. Particularmente, não é um dos melhores lançamentos dos últimos meses, mas não deixa de ser um filme interessante, romântico e divertido.


Assim que as coisas se acalmarem, prometo estar de volta com toda vontade, interesse e dedicação. Uma boa quarta-feira a todos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Novo ritmo:

Foram dias e dias de férias! Após um longo período ausente de Caxias do Sul e do próprio blog é preciso, com certeza, voltar ao ritmo de 2010. Porém, sempre com novidades, novo emprego, nova rotina e outras ocupações. Isto não significa que as atividades do velho ano foram desnecessárias e sem valor, pelo contrário.
O fato é... Matar saudades da família, dos amigos e ver que estão todos bem ajuda numa nova energia. Descansar física e mentalmente também contribui nesse processo de tranquilidade. Mas vamos lá, o ano só está começando e 2011 promete. A partir de hoje volto a escrever com mais frequência e manter o blog atualizado. Uma boa quarta-feira a todos. Até a noite!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Bobagem:

É incrivelmente triste e assustador o suspense sobre a volta de Ronaldinho Gaúcho. Quando vejo na televisão, nos sites e jornais toda aquela história, fico em dúvida quanto à inteligência nacional. Como pode um país inteiro estar preocupado com tamanha bobagem? Sim, não vejo outra palavra que possa decifrar tal momento.



O contexto envolve muito mais alienação e dinheiro do que a própria valorização do esporte. Mais impressionante ainda é saber que tudo isso se trata de apenas um cara que é pago pra ter ''coxa grossa, correr atrás de uma bola, ganhar uma grana preta'' e não contribuir em nada para a melhoria e resolução dos problemas no país.
Não sei explicar, por enquanto, se tudo isso é problema cultural ou apenas resultado direto dos meios de comunicação, da influência da imprensa. Apenas sei que é vergonhoso a preocupação de muitos com a ida e vinda do jogador. Nessa hora, percebo que é necessário aos brasileiros não somente uma educação letrada, mas social, histórica e cultural. Uma educação de vida!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Atração ao desperdício:

Ashton Kutcher não é um dos meus favoritos do cinema. Particularmente, o ator é produto de beleza e imagem para venda de filmes americanos aos adolescentes, gays e adoradores de romances bobos e ilusórios. Não, Não quero fazer críticas ao bonitinho de Hollywood. Pelo contrário!


Ontem mesmo assisti mais um filme com o ''garoto perfeito''. Desta vez, confesso que gostei da atuação e caracterização do ator. Jogando com Prazer é, obviamente, uma disputa de sensualidade, estilo de vida, futilidades, sexo, festas, mentiras e pouco conteúdo para o crescimento intelectual.
Apesar do bom trabalho realizado por Ashton Kutcher, o filme é um desperdício. Quando você assiste, se tem em mente que a produção de Jogando com Prazer aconteceu exatamente por ser preciso mais um filme que chegasse ao telespectador dizendo: Veja só, o Kutcher é sensual. Ele manda ver nas cenas de sexo... Hilário!
Mesmo com algumas falhas (como a fraca direção fotográfica), não há dúvidas que a história oferece uma reflexão ao público sobre a realidade jovem. Aquela em que a formação pessoal e intelectual é pouco valorizada, principalmente quando comparada aos valores estéticos e de consumo. Ah, Ashton Kutcher, Você ja teve momentos melhores. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A meta é:

Após um período agradável de férias pelo litoral norte do Rio Grande do Sul, é hora de ''mexer os pauzinhos'' e propor objetivos para o novo ano. Mesmo com alguns costumes pouco positivos e outras metas, talvez, mais urgentes... Confesso que parar de fumar ou  entrar pra academia (de ginástica) ainda não são as atividades dessa rotina de início.
Juntando paixão, prazer e interesse, a meta é assistir 365 filmes durante o ano, sendo 1 por dia pelos próximos 12 meses.
É claro que não será apenas diversão e sim um trabalho de total dedicação, responsabilidade e vontade de cumprir a meta. Além dessa nova ocupação, o objetivo envolve também o registro dessas produções e na publicação da própria opinião que pode resultar num futuro livro para o próximo ano.
Sem dúvida alguma, 2011 será de muito trabalho e esforço. Espero ter energia suficiente para tantos planos e projetos!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011:

''No último dia do ano eu só quero Comer e Rezar. O amor eu ofereço as pessoas que amo e que me amam. Ainda em ritmo de férias, desejo a todos vocês (família, amigos e visitantes do blog) uma ótima virada de ano e, é claro, um 2011 cheio de energia, conhecimento e a tão esperada PAZ. Um bom dia 31 e uma boa comemoração''.  Volto ao velho ritmo no começo de janeiro!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Férias:

Aproveitar as férias é o que pretendo a partir de hoje! Nesta quinta-feira (23), tivemos o último dia de trabalho na agência e ganhamos alguns presentes. Com as malas arrumadas, viajo hoje mesmo pra praia... Merecidamente, é claro (risos).
Quero descansar muito, mas não ficar parado. Estarei, com certeza, lendo, escrevendo e produzindo algumas fotos bacanas. Devido essa ausência, o blog não estará atualizado nas próximas semanas. Assim que voltar de viagem, posto o que for de mais interessante.
Aproveito também, para desejar um Feliz natal a todos e um novo ano cheio de emoções, conhecimento, felicidades e sucesso. Até os próximos dias!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Transporte coletivo:

Resposta ao jornal Pioneiro:

Gratuidades e quilometragem são algumas das justificativas para o aumento de preço do transporte coletivo em Caxias do Sul. Ao ler a matéria publicada no jornal Pioneiro desta quarta-feira, não tem como não se assustar com tal absurdo.
A defesa sobre algumas vantagens oferecidas pela Visate não é, particularmente, bons motivos para alterar o custo de R$2,20 para R$2,50. Se for preciso considerar tais vantagens, que os responsáveis pelo transporte coletivo da cidade também estejam dispostos a oferecer novos serviços, horários e mais ônibus para os bairros afastados do centro.
Eu gostaria de saber quais são os “requisitos” que a empresa considera para contribuir na disponibilidade de ônibus à população. Ficar numa das paradas aqui no centro é uma eternidade, principalmente, quando se trata do Parque Oásis, por exemplo. O bairro é distante do centro e tem muitos passageiros durante o dia e noite.
Moro a pouco tempo em Caxias do Sul e no começo eu ria da situação, mas hoje é deprimente, talvez desumano... Sinto vergonha! Em Maringá (PR), onde morava anteriormente, o sistema é muito diferente. Estudantes não pagam o transporte coletivo, os bairros têm ônibus a cada 20 minutos (ao contrário de Caxias que você espera até 50 minutos ou mais) e, o melhor, 24 horas por dia.
Comparar as duas cidades não é a melhor opção no momento, até porque estou amando Caxias do Sul. Acho a cidade linda e charmosa, mas é uma pena saber que alguns serviços tão necessários para a sociedade, como o transporte, deixam a desejar.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Lobos e Cordeiros:

É incrível como o final de ano transforma lobos em cordeiros. O natal e o reveillon mudam a mentalidade das pessoas, o gosto, consumo, comportamento e atitudes. Não, o que vou escrever não é uma atitude de revolta... É apenas o que penso, em que acredito e defendo!
Seja Deus, homens comuns ou políticos que precisam de nossos pedidos e agradecimentos, eu não ''economizaria'' tipo algum de palavra, escrita e discurso. Como o homem comum e o político são a mesma coisa que eu, não há dúvidas que Deus é essencial para me ouvir e ajudar no que é de seu agrado (também não sou religioso, apenas compreendo o poder do maior). 
Indiscutivelmente, gostaria e muito se nosso país tomasse uma melhor direção, que a injustiça aos menos favorecidos economicamente e socialmente perdesse significado, que os jovens brasileiros fossem pouco menos alienados e fúteis (ao contrário do que pensa a maioria) e que o povo deste país buscasse o conhecimento e aprendizado.
Hoje, como toda certeza, é difícil saber o que desejar. Saúde, dinheiro, amor, paz, corpo, carro, estudos, oportunidade ou família? Na sociedade em que vivo, desejar saúde, amor e família é quase que sair fora do padrão. Você precisa querer o que é estético e atraente aos olhares alheios, pois não lutar pela aparência é um erro mortal.
Sendo assim, também não deixaria de desejar a todos um Feliz Natal e um 2011 melhor pra se viver. Mesmo em férias, não estarei ausente do blog. Alguns assuntos e textos para minha monografia e livro serão postados de acordo com a produção do trabalho.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Velho e Bom:

O filme de hoje não tem nada de novo. Porém, é rico em conteúdo, atraente em personagens, com ótima fotografia e um roteiro inteligente. Um filme especial que encaixa história e cenário perfeitamente.



Sem ressaltar apenas o lado ''belo'' de Brad Pitt, ''Kalifornia'' (1993) é um filme simples, intrigante e convincente. É impossível não considerar a atuação espetacular de Juliette Lewis. A atriz, como sempre, está ótima e delicada, mas mantém a linha de personagens problemáticos e popular.
Por vários motivos, Kalifornia entrou pra minha lista dos preferidos. Uma produção que merece ser guardada ao lado da tv e assistida sempre que possível. Velho, bom e merecedor de quase duas horas em frente à tv!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Entender Opinião Pública:

Em busca de mais idéias concretas para meu futuro livro, estou lendo ''Opinião Pública - Os bastidores da Ação Política''. O livro de Tupã Gomes Corrêa aborda a Opinião Pública não somente como fenômeno social, mas ressalta sua aplicação como instrumento de poder políticos e dos meios de comunicação.



O livro, que será resultado da monografia, ainda é algo pensado e elaborado para, no máximo, os próximos dois anos. Para um melhor entendimento sobre o assunto e conclusão do trabalho, alguns livros necessários já estão sendo estudados. Entre eles, ''Opinião Pública'' de Walter Lippmann e ''Controle da Opinião Pública'' de Nilson Lage.   

Tragicomédia com cabras:

Monges Guerreiros, poderes paranormais, ler a mente do inimigo, atravessar paredes de concretos, tornar-se invisível com o poder da mente e matar uma cabra apenas com um olhar são ''atributos'' que se pode encontrar em ''Os Homens que Encaravam Cabras''.


O elenco com George Clooney, Jeff Bridges, Ewan McGregor, Kevin Spacey e a Cabra, oferece um filme interessante, curioso e literalmente inteligente. Ou não?


Numa mistura breve de política, governo, militares, utopia hippie e jornalismo, Os Homens que Encaravam Cabras traz um George Clooney bem diferente e inusitado. A tão desejada sensualidade do ator, da lugar a um homem simples, engraçado e intelectual. ''Uma inteligência mista com poder e soluções na base do amor''.


O filme tem referências da realidade, mas inova ao utilizar contextos mais recentes de guerras com os Estados Unidos. Em relação à fotografia, não é algo tão inovador, diferente e criativo. Ricardo Calil, diretor de revista, crítico de cinema e escritor, define Os Homens que Encaravam Cabras não como uma decepção e sim como um ''desperdício''.  

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

´Segunda-feira:

Segunda-feira e todo mundo (ou quase todo mundo) volta ao ritmo da correria. Com chuva e pouco calor, hoje é o grande dia! Faço, portanto, minha última prova em ''webjornalismo''. Espero que tudo ocorra bem e que eu possa fechar o semestre como pretendo. Enquanto isso, me ocupo com algumas tarefas do estágio e leio as notícias do dia. Uma boa segunda-feira a todos!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Portais:

Curiosidades:

''O Brasil é o país que mais permanece conectado à internet em todo o mundo''.

 ''E as redes sociais de recados (orkut), de mensagens instantâneas (como o Messenger) e de trocas de fotos (Fotolog e Flickr) foram os portais que mais contribuíram para isso.

''O orkut é a principal rede social do Brasil. Estima-se que tenha 27 milhões de usuários (sendo 60 milhões em todo o mundo).

Redes sociais ou comunidades sociais como são chamados, os portais verticais se formam pelos players como Orkut, Google, Facebook, My space/News e Fotolog. Portanto, o que explica a adesão de usuários às comunidades sociais?
Provavelmente, e pra isso há pesquisas comprovadas, que a suposta ''interatividade'' é um dos principais fatores para o crescimento de usuários, perfis e consumidores de serviços e produtos na web. O tempo gasto pelos  usuários na internet, divulgado pela pesquisa de medição do Ibope/Netratings aponta o Brasil como primeiro colocado na pesquisa, com 22 horas e 47 minutos. Em seguida vem França e Estados Unidos.



Não é surpresa para muitos internautas que, nós brasileiros, passamos grande parte do dia conectados em sites, redes, comunidades e portais. Infelizmente, grande parte desse consumo viciante não contribui para o crescimento pessoal, intelectual e profissional dos usuários. Pois, não há dúvidas que o uso da internet ocorre, não raramente, para o fútil e inútil lado da humanidade. Até então, sem grandes problemas... Vivemos na democracia e tal rumo nos leva a outros estudos e pesquisas.
De acordo com as informações sobre o destaque do Brasil no uso de redes sociais, resolvi abordar - de forma breve - alguns conceitos e características de portais. Assim, você que navega diariamente, também pode entender um pouco mais sobre páginas e conteúdos que visita. Vale lembrar que os estudos sobre o assunto são, obviamente, recentes e sem dados totalmente conceituais, pois a internet ainda está em processo de desenvolvimento, apostas e criações.

O que você entende por Portal web?

Portal Web pode se definir como uma entrada para a utilização de serviços na internet. Uma espécie de página principal (inicial) que oferece serviços diversos, produtos e idéias.

Portal transacional: Trabalha com ferramentas dinâmicas e divulgação de informação. Proporciona a venda de produtos e serviços on-line. Nos portais transacionais, o internauta/cliente utiliza de informação, orçamento, compras e avaliação de produtos.

Portais informativos: Oferecem uma diversidade de informação aos visitantes. É claro, que essa diversidade deve ser pensada num máximo de qualidade e fácil acesso. Deve, necessariamente, ser superior em qualidade quanto aos demais sites para atrair, cada vez mais, um maior número de visitantes.

Portais privados: Restrito a um grupo de utilizadores de uma organização. No caso de empresas, por exemplo, o portal privado pode ser usado por funcionários, chefes e distribuidores.

Portais públicos: Sem restrições de acesso, está disponível para qualquer utilizador da internet.

Portais horizontais: Procura atingir todos os membros de uma comunidade e, é claro, não se limita a necessidades de grupos específicos. Um portal horizontal oferece uma variada gama de informações, serviços e outros recursos como pesquisa, catálogos de produtos, serviço de mensagens, e-mail, compras on-line e criação de páginas pessoais.

Portais verticais: É interessante perceber as necessidades dos usuários para entender como e quando usar um portal vertical. ''Segundo um relatório publicado em janeiro de 2005, os motores de busca cobrem apenas uma parte muito pequena da web: apenas em cerca de 17% dos casos o utilizador encontra sempre o que procura, utilizando um motor de busca generalista''.
Nesse contexto, o portal vertical surge como meio para assuntos, grupos e consumidores específicos. Oferece em sua página estratégias adequadas e direcionadas para o mercado visado. ''O conceito de portal vertical é baseado na premissa de ligar clientes e fornecedores num ambiente focalizado''. São páginas que tratam de um único tema, mas com elementos e serviços diferenciados.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Austrália, um dos mais belos:

Definir um filme não é uma tarefa difícil quando se gosta ou se apaixona por ele. Quanto ao filme que não agrada e nem convence, também é fácil atribuir aspectos, características e críticas.


 Portanto, o que posso dizer de ''Austrália''? Simplesmente, um dois mais belos filmes que já vi. A direção fotográfica é excepcional, incrível, maravilhosa! São poucos que conseguem uma fotografia atraente e encantadora do começo ao fim de um filme. Austrália é aquele tipo de filme que deve ser comprado, arquivado e visto sempre que possível. 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Novela informa?

A influência dos meios de comunicação sobre os telespectadores atribui os mais diversos aspectos e valores quanto à moda, cultura, costumes e consumo. As telenovelas, com grande produção no Brasil, fazem parte desse contexto de idéias e informações. Apesar das críticas, ainda é possível compreender o lado positivo que esse tipo de produção pode oferecer.

A novela, enquanto fonte de informação, não se limita apenas ao ''fútil e inútil''. Também não se restringe às roupas das personagens, às belas casas e ao luxo de vida mostrado frequentemente nos folhetins.
 
 
Ao tratar de temas polêmicos, ela consegue não só a audiência necessária como, de alguma forma, orientar e ensinar o cidadão. Quem não se lembra da jovem que enfrentava uma leucemia? Dos costumes e comportamentos indianos? De mulheres protestando pelos seus direitos? Do alcoolismo representado por diversos personagens? É claro que, nem sempre, se consegue abordar tão bem um tema complexo e atual.

Os assuntos que ficam na ''boca do povo'' são, em sua maioria, abordados na mídia, principalmente, nas novelas e telejornais. Por outro lado, entender um tema polêmico de uma trama não basta assistir, passivamente, todos os capítulos. Com novela, também é preciso interpretação, crítica e conhecimento da realidade.

O ''repeteco'' de sempre:

A ocupação do Complexo do Alemão pelas forças policiais e militares foi, na última semana, um prato cheio para toda a imprensa. A disputa entre os canais de televisão foi grande, acirrada e capaz de valorizar cada detalhe mostrado e falado como diferencial entre programas e emissoras.
As equipes de reportagens, merecidamente ou não, foram ''aplaudidas'' pelos próprios apresentadores. O que não faltou foi jornalista elogiando colegas de trabalho. Durante a semana, Carlos Nascimento, apresentador do Jornal do SBT, fez elogios ao vivo para Mônica Puga, repórter do telejornal. Até aí, sem problemas!
 
 
O que cansou mesmo e, mais uma vez, foi a grande cobertura. Afinal, não se falava em outra coisa. Os acontecimentos entre policiais, comunidade, bandidos e traficantes não deu espaço nem para Dilma Rousseff. É impressionante como os meios de comunicação se apropriam das notícias, estendem a informação e mostram mais que dois lados da história.
O comportamento da mídia pode não ser um equívoco com o fato, mas cansa o telespectador. A cada edição, poucas novas informações são acrescentadas, fazendo do noticiário um episódio contínuo e repleto de personagens bons e ruíns. É preciso disposição para tanto ''repeteco''.

De quem é a culpa?

Desde que surgiu no Brasil, a televisão é alvo de elogios, críticas e apostas. Hoje, com 60 anos de existência, sua presença é indispensável para o registro de histórias, dos acontecimentos, de épocas diferentes e da concorrência entre diversos meios de comunicação.
Apesar de vários programas de auditórios, das produções em telenovelas e dos telejornais, a grade de programação não satisfaz todos os telespectadores. As mudanças em diferentes canais nem sempre são resultados de inovação e criatividade, pois, mesmo com os recursos e avanços tecnológicos, pouco se vê a contribuição na melhoria de conteúdo educativo.
 
 
O contraponto entre tecnologia e a insistência em manter o perfil de décadas passadas, com programas ultrapassados, reflete o tamanho do público que questiona e interfere na busca por qualidade. A maioria, em seu contexto de consumo e entretenimento, aceita de forma passiva o que é imposto por produtores e diretores não preocupados com o ''criar e inovar''.
''Domingo legal'', por exemplo, programa que passa aos domingos no SBT, prova o quanto os avanços tecnológicos não foram considerados positivamente pela direção do programa. A superficialidade e a falsa interação com os telespectadores, ainda mantém a audiência e torna, cada vez mais baixa, a qualidade da tv brasileira.
A culpa, portanto, é dada aos produtores e conhecedores de mídia ou ao desinteresse da população? Dispensar o comportamento pouco crítico da sociedade, não é a melhor escolha quando se quer entender as falhas e enganos propositais dos meios de comunicação.

Fazenda Souza em clima de natal:



Inovação e criatividade não faltam no primeiro desfile de natal de Fazenda Souza.  O evento que começa neste sábado, dia 4, segue com apresentações nos dias 5, 10 e 19 de dezembro. Todos os dias com início às 20h30 na rua principal de Fazenda Souza.
Com direção de Jonas Piccoli e coordenação de Aline Zilli do grupo Ueba - Produtos Notáveis, os desfiles contam com a coordenação geral de Ana Chiaradia e cerca de 100 figurantes.
Além dos símbolos tradicionais de natal, como o Papai Noel, a decoração traz árvores natalinas e hortifrutigranjeiros como morangos, cebouras, berinjelas, entre outras frutas e verduras confeccionadas em espuma e pintadas artesanalmente. Tudo, é claro, pensando na principal atividade econômica do local.


Valor arquibancadas:

Geral - R$ 10,00
Especial para moradores - R$ 5,00 

Para mais informações: (54) 3028 - 8192
                                    (54) 9145 - 1775

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Interessante, mas não maravilhoso:

Ver um bom filme após o trabalho, é sempre uma boa opção de descanso físico e mental... Mesmo que este necessite de reflexão e discussão sobre o assunto, tema e atuações. E foi exatamente o que fiz ao chegar em casa na tarde de hoje. Qual filme? ''O Escritor Fantasma''.


Posso dizer que não é um filme extraordinário e capaz de conquistar a todos. Claro, é uma avaliação muito particular!
Com um elenco interessante, civilizado, atraente e sexy, acredito que O Escritor Fantasma tem mais elogios do que merece. Quanto à história e cenário é tudo que um jornalista ou escritor, mais pro lado do ''anonimato'', deseja na vida e na carreira profissional.
O que marca realmente é, sem dúvida alguma, a última cena do filme: um momento que não poderia terminar de outra forma. Volto a dizer que, particularmente, é um fim espetacular, belíssimo!

Cartas:

Doce, emocionante e romântico! É tudo o que se pode dizer de ''Cartas para Julieta''. Segundo ''O Diário de São Paulo'' é um filme para acreditar no amor.


Amanda Seyfried, a bonitinha Chloe - traduzido para o português como O Preço da Traição - continua meiga e encantadora. Além de Gael García Bernal e Vanessa Redgrave, o filme tem uma linda história e faz qualquer um se apaixonar pela vida.
O cenário italiano contribui para a excelente direção fotográfica e realização visual do telespectador. Um filme que, particularmente, não é muito inovador, mas merece pouco mais de uma hora de atenção.
Cartas para Julieta nos faz pensar no poder da escrita que ultrapassa anos, décadas e séculos. Afinal, é através de uma velha carta que a história se desenvolve e ganha, a cada cena, sentido e emoção. Portanto, se estiver com problemas no amor... Escreva para Julieta! Nunca é tarde para resolver suas dificuldades amorosas.

domingo, 28 de novembro de 2010

Voltando para o blog:

Final de domingo, chuva e amanhã começa tudo de volta! Nos últimos dias estive ausente, devido, a problemas bem particulares. Pretendo na próxima semana atualizar com mais frequência minha página, podendo assim, dividir mais idéias e assuntos com vocês. Bom final de semana e ótima segunda-feira a todos!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Televisão e criatividade:

Entre as mais diversas produções, os diferentes programas e a influência dos avanços tecnológicos, a televisão brasileira conquista 60 anos de existência. É inegável que durante esse período ela teve, como qualquer outro meio, sua fase de sucesso, insegurança, lucro e perspectiva de futuro para os próprios criadores, produtores e diretores.
Desde que surgiu no Brasil, a televisão vem fazendo parte de toda a história do país. Com ela, grandes novelas conquistaram o público, telejornais atingiram pico de audiência, programas de auditório ficaram marcados para sempre e reality show se tornou moda na última década.

Apesar de tantas promessas, investimentos, tentativas e uma produção acelerada, qual é a realidade da TV brasileira? O que pode ser considerado bom ou ruim após seis décadas de trabalho? Que tipo de programa ainda chama a atenção dos telespectadores? O que é preciso mudar na grade de programação?

Em entrevista à revista Imprensa, na edição de setembro deste ano, (Boni) José Bonifácio de Oliveira Sobrinho – o mais conhecido diretor e produtor da televisão brasileira – falou das falhas que a TV vem cometendo, fez comparações entre as transmissões de décadas passadas e dos últimos anos.

Entre os pontos abordados na entrevista, é interessante perceber a concepção pouco criativa da televisão na atualidade. “Boni” deu destaque ao engessamento que a mesma desenvolve em sua programação. E, ainda mais, criticou a insistência de produtores com os programas policiais. Ao assumir um maior interesse pelo jornalismo, o diretor revela que hoje, se fosse criar televisão, se preocuparia com o factual, a análise e informação.


Aproveitando trechos da entrevista e o conteúdo discutido em sala, torna-se necessário um questionamento sobre o nosso modelo de programação, produção e conteúdo em televisão. A mesmice entre diferentes emissoras é resultado da falta de público (o questionador, que debate e se informa) ou da pouca criatividade dos produtores?

O objetivo, portanto, não é encontrar respostas para as poucas diferenças de programas nos canais de TV, mas compreender que a televisão vive um processo de insegurança e pouca qualidade. Afinal, com tanta tecnologia em produção, como explicar o fraco conteúdo dos programas e telejornais?
Um dos trechos mais importantes da entrevista é quando Boni responde sobre a mínima evolução da TV e de criatividade nesse meio: “O mercado evoluiu e talvez a televisão não esteja evoluindo. Caiu a criatividade e aumentou muito a popularização. A televisão ficou muito mais agressiva com o público, é uma gritaria. Eu fico desesperado. A televisão perdeu o seu tom”. 
Nesse contexto, a televisão mantém seu perfil de décadas passadas e, poucas vezes, consegue ser diferente. Os telespectadores, talvez os menos informados e críticos, não percebem o contraponto entre avanço tecnológico e pouco conteúdo.
A exemplo, é impossível não perceber o quanto alguns programas de carreira na televisão estão saturados e, devido a isso, nada que criem ou “inovem” conseguem satisfazer o público. Isto, portanto, é válido tanto para os telejornais, quanto para os programas de auditório.
Particularmente, o programa Domingo Legal do SBT, passou os limites de um programa de nível e civilizado. Às vezes, quando paro de ver um filme no domingo e visito alguns canais por curiosidade, me impressiono com a qualidade (ruim) do programa e me pergunto... Quem está sujeito a ver isso? Por que a falta de conteúdo ainda atrai telespectadores?
Outros diversos programas também se encaixam nessas condições e mesmo assim conseguem audiência e lucro para se manterem no ar. Mas, o principal problema, surge com a falta de interesse das pessoas em buscarem mais qualidade, melhores informações e, principalmente, conteúdo necessário e “saudável” para o próprio crescimento intelectual.
Sendo assim, tenho que discordar com os julgamentos constantes que ocorrem somente para os meios de comunicação, em especial, a televisão. Se há falha quanto aos produtores e programas exibidos nos diversos canais, também existe a realidade dos consumidores desses programas.
Tal consideração, nos leva a (re)pensar uma questão bastante importante: Quem é o principal culpado num sistema onde a produção de mídia e conteúdo objetiva, quase sempre, o entretenimento e pouco senso crítico?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Monster em aula:

Postando um resumo sobre nosso trabalho:


Em produção o próximo trabalho de "Opinião Pública" para a apresentação de quinta-feira (25). Segue algumas idéias e temas que serão discutidos. O trabalho, portanto, é sobre um dos meus filmes preferidos: Monster - Desejo Assassino!

Cinema e Público:

O cinema contribui na formação da Opinião Pública?

Metodologia:

“Entrevista em profundidade”

Características da entrevista: Direta, pessoal, podendo ser estruturada ou não. Contexto em que o entrevistador realiza a(s) pergunta(s) para um único entrevistado, com tempo previsível de 30 min a 1 hora. Pode ser definida como uma relação particular entre entrevistador e entrevistado, resultando em respostas mais completas e profundas.

- Considerando as características da entrevista e do tempo previsto para a apresentação, o grupo elaborou uma pergunta (questionário), obviamente, estruturada. Através dessa técnica, foi feito para cada entrevistado uma única pergunta, visando uma resposta direta e aprofundada.

O questionário, portanto, foi feito com base no filme Monster – Desejo Assassino. O contexto, história, personagens e diferenças de opiniões sobre Monster, contribuem para a discussão, controvérsia, crenças e “julgamento” sobre o assustador comportamento de Aileen Wuornos (Charlize Theron) e a justiça feita pela lei americana.

Filme:

             Sinopse

Ao lermos em vários sites e, até mesmo, no próprio DVD a sinopse de Monster – Desejo Assassino, a escolha foi escrevermos com nossas palavras sobre o que fala e mostra o filme. O motivo de não copiarmos na íntegra algumas sinopses encontradas, é – principalmente – pelo fato de toda a história envolver um contexto rico em conteúdo, tema e curiosidades de uma vida perturbadora e descontrolada.

Monster, portanto, não é apenas a história de vida da primeira serial Killer americana. É um filme que impressiona pela mudança radical de Charlize Theron e Christina Ricci. Se pensarmos pelo lado do debate e de assuntos discutidos em sala, é uma grande oportunidade de entendermos aspectos diversos da comunicação e suas formas de construção.

O que Monster pode oferecer é, sem dúvida alguma, um debate necessário e diverso sobre assuntos policiais, psicológicos e, em sua totalidade, sobre a lei americana entre um comportamento “inusitado” e outro necessitado de justiça.

Afinal, porque Aileen Wuornos foi condenada a morte – por injeção letal – por seus crimes e assassinatos, sem nunca ser reconhecida pelas autoridades como vítima de estupro, incesto, abusos e abandono? Seu passado como criação e formação foi ou não considerado ao avaliarem suas atitudes?

O telespectador que assiste Monster precisa estar informado sobre todo o contexto ou, pelo menos, buscar mais informações após assisti-lo. Somente após conhecer a vida de Aileen Wuornos que se pode fazer um julgamento sobre suas atitudes e crimes freqüentes.

Quanto ao que estudamos em sala, a via periférica, talvez, é encontrada nessa primeira fase, onde o “público” consome o filme apenas como mais um da lista do cinema. Através da Via Central (aquela com base em informações mais profundas, complementares...) é que o telespectador pode entender mais a história. Monster precisa se inserir nesse contexto!

Para isso é que os sites de cinema e críticas sobre o filme estão disponíveis aos interessados e apreciadores da sétima arte. Em particular, a vida de Aileen Wuornos é possível conferir em outras versões, até mesmo, mais completas sobre sua vida. São os documentários “Aileen Wuornos: The Selling of a Serial Killer – The 1992 interviews e Aileen The Life and Death of a Serial Killer”.


Curiosidades sobre Aileen Wuornos:


- Primeira mulher considerada uma serial killer americana

- Foi vítima de estupro, incesto, abuso, violência e abandono.

- Aguardou 12 anos no corredor da morte

- sonhava com a fama

- morreu com injeção letal em 9 de outubro de 2002

Sem considerar as informações pesquisadas e disponíveis nos dois documentários sobre a vida de Aileen Wuornos... Por que a justiça americana não levou em consideração o passado da personagem-título? Como você julga o comportamento descontrolado da primeira serial killer da América?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Culpa é do Fidel:

A Culpa é do Fidel?
Para alguns personagens do filme sim!

''A Culpa é do Fidel!'' é um dos poucos filmes franceses que, particularmente, não cansa a mente e o corpo. Talvez, o cansaço que deriva de outros tantos, seja resultado do costume ao tradicional cinema norte americano.


Como se diz, a produção é uma mistura encantadora entre política e delicadeza. Vai além disso, ao estimular a controvérsia  das diferenças políticas, das crenças e modelos específicos de sociedades. Numa agradável direção fotográfica, é possível apontar aspectos da Opinião Pública, da multidão, do público e dos grupos de pressão. 
Reunindo história e cultura, ''A Culpa é Do Fidel!'' é, sem dúvida alguma, uma produção para informar, aprender, debater e, ao mesmo tempo, divertir o telespectador. Um filme que deve ser visto e (re)visto pelos interessados em contextos históricos e políticos. Belo e rico!

Problemas de conexão:

Agora, são os problemas de internet que não me permitem atualizar o blog. Com isso, tem material acumulado no meio do caderno, na mochila e até em cima da geladeira. A esperança é que hoje volte tudo ao normal e, assim que surgir um tempo livre, eu possa atualizar minha página. Boa terça-feira e fica pra próxima!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ausência:

Os trabalhos de faculdade são, nos últimos dias, os principais motivos da ausência no blog. ''Webjornalismo'' e ''Telejornalismo'' estão exigindo e ocupando grande parte do meu tempo. Após a aula de Opinião Pública, de hoje, volto para casa e começo a atualizar alguns materiais em atraso. Enquanto isso, uma boa tarde a todos!

domingo, 7 de novembro de 2010

Intolerância - imagens Saulo José:


''O que seria apenas um passeio, se tornou uma decepção com a intolerância e falta de consciência. É assustador a ''não responsabilidade'' de muitos. O acontecimento pode até ser um acidente, mas mesmo assim ninguém que estava local chamou o ''Corpo de Bombeiros''. O Local? Jardim Botânico de Caxias do Sul''.