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Informação, opinião, filmes e fotografias:

- Particularmente, fazer postagem em blog é algo sério e interessante para o meu aprendizado. Por mais que o texto seja meramente um ''bom dia'' ou ''faz calor lá fora'', quero dizer que tudo têm um valor. É aqui que aprendo, erro e acerto. Gosto muito do meu blog, das postagens feitas desde o início e espero que você, leitor, encontre alguma coisa útil que lhe faça comentar ou criticar. Críticas (positivas ou negativas) são sempre aceitas e compreendidas. Pois, diga-se de passagem, é sempre bom ter um espaço pessoal e, supostamente, democrático.

sábado, 30 de abril de 2011

Ismos:

 Um novo projeto de leitura que será dividido com vocês, mas ainda não há nenhuma escrita ou opinião referente ao livro. No momento, estou apenas conhecendo-o, procurando entender a importância principal de ... ismos - Para Entender o Cinema.


Obs: a correria do cotidiano me mantém , mais uma vez, distante do blog. Fazendo um esforço para manter atualizado. Saulo José!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

State of Play:


Pode-se dizer que um dos melhores filmes de Rachel McAdams é ''Intrigas de Estado''. Essencial para jornalistas, o filme consegue ser agradável em vários aspectos. Sem falar, é claro, no elenco extraordinário composto por Russell Crowe, Ben Affleck e a fantástica Helen Mirren de ''Aposentados e Perigosos'' e ''A Rainha''.

Intrigas de Estado (State of Play) tem tudo de fascinante. A história, o tema, as cenas, as atuações, a fotografia...É tudo de encantador. Não tem como ver e não se prender a um dos roteiros mais originais. Além de McAdams, Russel Crowe está irresistível no papel de um jornalista investigativo e incansável.


Particularmente, o que encanta de verdade é o relato verbal e estético do contexto jornalístico. A realidade de repórtes, editores e do jornalismo - como um todo - exposta de modo verdadeiro, talvez, sem estereótipos. É incrível como o filme une jornalismo, política, assassinato, investigação e poder. Aos curiosos e interessados, um filme prazeroso.


domingo, 17 de abril de 2011

Cultura?


Os Filmes da Minha Vida é um livro que, por enquanto, não me convenceu. Por isso, resolvi deixá-lo na estante e, literalmente, ''partir pra outra''. Agora, convencido por outro tipo de conteúdo, começo a ler A Cultura - Mundo de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy. Entre os assuntos discutidos, o livro destaca a era em que vivemos com a tecnologia, consumo, internet e individualismo. Uma aula diária de sociologia e história.

Adaptation:

O filme a seguir não é aquele tipo de produção que - para opinar - é necessário ter acesso a outra opinião. A originalidade da história exige, ao escrever sobre ela, uma conclusão própria, singular. Não somente da história, mas também e necessariamente das personagens, da fotografia, da criatividade e do poder (do filme) em nos mostrar o processo constante que vivemos de ''Adaptação''. Isto mesmo, ja deu pra entender.


Adaptação é um filme de 2002 dirigido por Spike Jonze, com Nicolas Cage, Meryl Streep e Chris Cooper. Aparentemente, pode ser aquele tipo de cinema que poucos gostam e apreciam. Pois, diga-se de passagem, é um filme inteligente, crítico e - de certo modo - investigativo.
Além da transparente ''vidas cruzadas'' que existe entre personagens, Adaptação convence por diversos motivos. Primeiro porque é um filme que prega conhecimento, que informa o espectador. Segundo porque, não bastasse um elenco excelente, também tem uma fotografia maravilhosa e efeitos divertidos.
Porém, como é de se esperar, Nicolas Cage e Chris Cooper estão fantásticos. Mas, inegavelmente, Meryl Streep vence mais uma vez. No papel da jornalista Susan Orlean, Streep está fascinante, neutra, surpreendente. O que mais encanta em sua atuação é a forma como transforma a personagem e o crescimento (de Susan Orlean) a cada cena.
Um filme pouco tradicional...Diferente, mas que desperta o interesse. Você pode ver e até não gostar, mas vai entender ou se perguntar o porquê vivemos sempre em adaptação. Não muito novo, mas com conteúdo.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Manifestações:

Se o próprio artista (contemporâneo) considera seu trabalho uma ''Revelação'', não há dúvida de que a obra de Artur Canali Volpato se destaca pela simplicidade. ''Manifestações'' é uma exposição incrível, simples, doce e, é claro, admirável. Os belos quadros com referências impressionistas e surrealistas, numa mistura de cores quentes e frias, nos entrega a um momento de tranquilidade e perfeição. Aberta desde 13 de Abril, a exposição segue até dia 05 de Junho. Aos interessados, o endereço é Rua Júlio de Castilhos, 2854, São Pelegrino: Catna Café. 













Para mais informações:

(54) 3212.7348
(54) 3021.7348



quarta-feira, 13 de abril de 2011

- Gravando:


O livro que ganhei ainda no ano passado serve como entretenimento nos dias cansativos e pacatos. Duas amigas me presentearam com ''A Seguir, Cenas do Próximo Capítulo''. Já na apresentação, percebemos que o livro não é apenas uma entrevista com os principais autores de telenovela brasileira, como também um registro histórico da arte de fazer telenovela.
Entre uma página e outra, encontramos curiosidades dos bastidores, de cenas e personagens. Os diversos discursos, revelações e afirmações nos mostram, sem dúvida, o lado curioso da ''história'', do conjunto televisão, da indústria que produz novela no Brasil.
É claro que A Seguir, Cenas do Próximo Capítulo não é um livro que qualquer pessoa se interessa. Afinal, são os fãs de telenovela (como Saulo José) que, naturalmente, aproveitam esse tipo de conteúdo. Mas, não quero falar do livro como um todo. Quero dividir uma resposta da autora Glória Perez que, particulamente, é um dos melhores momentos das entrevistas.
Ao ser questionada sobre como se sentia com o rótulo de louca atribuída pelos jornais, Glória Perez responde:

''A televisão brasileira é respeitada no mundo inteiro, mas infelizmente ela não produziu críticos à sua altura: a maioria daqueles que escrevem sobre televisão não gosta de televisão. Continuam fiéis à velha idéia de que intelectual gosta de cinema, e que televisão é coisa menor.
Escrevem sobre as novelas sem esconder o incômodo que isso lhes provoca, fazendo questão de deixar claro que estão capacitados para coisas muito mais importantes. Há muitos estrangeiros interessados em estudar fenômeno que são as novelas brasileiras e, no Brasil, de modo geral, os que se interessam pelo assunto são geralmente acadêmicos, e não críticos''.


- A Seguir, Cenas do Próximo Capítulo
Gloria Perez
Pg.134

domingo, 10 de abril de 2011

Um filme de Tom Ford:

Colin Firth, Julianne Moore e Matthew Goode estão em Direito de Amar. Com duas indicações ao Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar 2010, o filme é, particularmente, uma produção forte e apegada aos detalhes. ''Você sofre com Firth, você pensa como ele e se desespera da mesma forma''. O sofrimento, a solidão e a dor estão presentes do começo ao fim, de cena para cena. Interessante, desafiador, triste e sexy. Nele, Há perdas que são irreparáveis...

Uma fase que chega ao fim:

Em agradecimento e encerramento à história e aos leitores de A Cabana, Willie e Mack destacam os meios possíveis para que este livro continue presente em nossas vidas. Além de ser um trabalho interessante, seja ele verdadeiro ou não, o livro ainda conta com site, blog, email e, principalmente, com o Projeto Missy. Portanto, para concluir essa fase da minha vida, aprendendo e me transformando com A Cabana, não receio em usar as palavras do próprio Willie.




- Posfácio:

... A história de Mack me mudou. Não creio que haja um aspecto da minha vida, sobretudo de meus relacionamentos, que não tenha sido profundamente tocado e alterado de modo importante. Se eu acho que é verdade? Quero que tudo seja verdade. Talvez alguma parte não seja verdadeira num determinado sentido, mas ainda assim é verdade.

Li o livro em dois meses, pois nesses últimos tempos tive dias difíceis e complicados como aqueles vividos por Mack em sua Grande Tristeza. Mas foi uma fase boa, dias em que eu entrei para A Cabana.

Saulo José!

domingo, 3 de abril de 2011

Ervas:

''Um filme bastante artístico! Porém, quando termina você não sabe se gostou ou não''.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Dose dupla:


Uma das histórias mais interessantes entre nossos políticos, torna-se conteúdo para o cinema brasileiro. Não bastasse a recém biografia (2010) em seu nome, Marina Silva começa a ter sua vida adaptada às telas do cinema.  Ainda sem previsão para estreia, a diretora Sandra Werneck já está trabalhando sobre o ''tema''. A vida, seus tempos de menina, a pobreza, sua participação como ativista política são algumas das abordagens que o filme promete retratar. Agora, é só expectativa!

terça-feira, 29 de março de 2011

O poder da imagem:

Não é de hoje que as aulas de fotografia no curso de jornalismo me ensinaram a ''conseguir'' a boa imagem...Ou me treinaram pra isso. Não é de hoje que nas viagens, passeios e voltas pela cidade (principalmente no inverno), gosto de ter aquela bela foto, aquele ótimo registro fotográfico.
Pois bem, desta vez a foto não é minha! Que pena, faria qualquer coisa para estar lá e eu mesmo registrar aquela senhora tão ''personagem''. Mesmo com autoria de Michael Cristian Cardoso (o Mika), resolvi postar para que vocês entendam o poder da imagem.




domingo, 27 de março de 2011

The Kids Are All Right:

Inseminação artificial, relacionamento e uma família não convencional (ou moderna), são os detaques de ''Minhas Mães e Meu Pai'' (The Kids Are All Right, 2010). Com um elenco maravilhoso, o filme não foge da mistura entre drama e comédia. Sem falar, obviamente, numa realidade que, ainda, não se considera comum e/ou normal em diversas sociedades.


Mas o que é Annette Bening nesse filme? E o que explica a sensibilidade de Julianne Moore? Ambas, fantásticas! Em particular, Bening está sensacional, com um papel magnífico que, possivelmente, só mesmo ela para apresentar um resultado tão positivo. E Julianne Moore, como sempre, nada a desejar.



Quanto a Mark Ruffalo, o ator continua surpreendendo com sua simplicidade e, mais uma vez, agradou. Particularmente, Mia Wasikowska, está com pouco destaque e sua atuação não é uma das melhores. Já, o bonitinho Josh Hutcherson prova mais uma vez que, apesar da pouca idade, não só tem um rostinho atraente como, também, é um ótimo ator.


Minhas Mães e Meu Pai, provoca, emociona e coloca o amor acima de muitas coisas. Acima do modelo familiar, do desejo e interesse sexual e, principalmente, das diferenças. Mesmo com críticas sobre o status social e a suposta perfeição econômica e cultural da família, não há dúvidas que o filme é divertido, inteligente, sexy e forte. 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Deborah Secco é:

Momento opinião:


Não poderia ser outra atriz para interpretar Bruna Surfistinha. Deborah Secco está ótima! O filme, como um todo, está sensacional, muito bem produzido, apimentado e com cara de Brasil. Afinal, não é de hoje que o cinema brasileiro tem melhorado e ganho destaque, principalmente, no próprio país.
Bruna Surfistinha é, particularmente, um ótimo filme, pois não se limita à protagonista. Engraçado, triste, divertido e realista, o filme é um marco para nossas produções. Seguindo alguns exemplos como Olga, É Proibido Fumar, Primo Basílio, Do Começo ao Fim e Se eu Fosse Você, não há dúvida que a direção acertou em cheio na escolha de tema e atores. Um filme que encanta.

A Cabana 2:

''Falando de modo simples, religião, política e economia são ferramentas terríveis que muitos usam para sustentar suas ilusões de segurança e controle. As pessoas têm medo da incerteza, do futuro. Essas instituições, essas estruturas e ideologias são um esforço inútil de criar algum sentimento de certeza e segurança onde nada disso existe. É tudo falso! Os sistemas não podem oferecer segurança, só eu posso''.


                                               - O suposto Deus, A Cabana.
                                                               William P. Young



 Com diversas passagens surpreendentes, o livro A Cabana ganha - cada vez mais - minha dedicação na leitura e minha tristeza por estar chegando ao fim, aos últimos capítulos. Dito na outra postagem que este não é um livro que agrada a todos, não consigo apontar meios negativos explorados no trabalho de William P. Young. Pelo menos, por enquanto!
O capítulo 12, por exemplo, é maravilhoso...Cheio de ideias, questionamentos e realidades que envolvem o contexto material e espiritual. Neste mesmo capítulo, alguns trechos me fizeram viajar, voltar, ir adiante e reler quantas vezes fossem necessárias para a própria satisfação.
Um dos diálogos entre o suposto Deus e Mack, personagem principal, oferece inúmeras suposições sobre o que realmente é válido na vida, na busca pela satisfação, na crença, na participação e nas estruturas sociais que nos sustentam. Um diálogo impressionante que serve como chave para a fechadura da cegueira. Por isso, aos curiosos...Não deixem de ler pelas opiniões negativas. Assim como eu, você pode gostar!

Mais um momento opinião: Rede Social

- Rede Social,
- Rede Sociais!

É inegável o papel que a tecnologia ocupa hoje nas relações sociais. Da mesma forma, o cinema também apresenta uma contribuição fascinante, principalmente na divulgação de culturas, de ensino comportamental e no reflexo da Opinião Pública. Tal combinação - entre tecnologia e sétima arte - pode ser encontrado em Rede Social, não necessariamente como produção, mas como consumo de conteúdo.



O filme, particularmente, agradou mais que o esperado. Aparentemente seria um filme jovem, sem muito conteúdo...''Parado''. Portanto, a história, recheada de intrigas, interesses e técnicas surpreende com tamanha ousadia em contar sobre o surgimento de um meio revolucionário como o Facebook. Explorando o mundo virtual como um espaço público, onde se escreve a tinta, sem direito e (pouco) arrependimento, Rede Social é, sem dúvida alguma, um filme necessário que mostra, sem medo, a origem e evolução social dos meios virtuais.
Além da ótima atuação de Jesse Eisenberg e da boa representação de Justin Timberlake, Rede Social deve ser assistido por todos os fanáticos por orkut, msn, blogs, chats e facebook. Um filme necessário!

Um Filme brilhante,
Um marco Estadunidense,
Revolucionário,
Sensacional,
Uma Raridade memorável.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Opinião 2: acontecimento

Se os acontecimentos históricos e do cotidiano contribuem na nossa formação de opinião... O que explica a realidade desigual de opiniões entre as pessoas de um mesmo contexto? Por que a vinda de Barack Obama, por exemplo, estimula a opinião de alguns, enquanto outros permanecem no anonimato?
Como ja foi dito no pequeno texto ''Opinião'', postado no dia 18/03, a quantidade de informações consumida pelo cidadão é, naturalmente, uma referência à sua capacidade de opinar. Quanto maior o acesso às informações e de interpretação das mesmas,  a opinião se apresenta de forma legítima, com base em dados e fatos concretos.


Porém, se todos vivemos em um meio que se preenche pelos mesmos acontecimentos, pelas mesmas informações, necessidades e futilidades, em que se afirma as diferenças de conteúdo, crítica e opinião? Eis, uma pergunta interessante!
A pouco tempo eu, Saulo josé, não economizava críticas aqueles que não se manifestavam em relação a nada. Portanto, o que percebo hoje é que - inseridos numa sociedade aparentemente democrática - as pessoas optam pela não manifestação, pelo direito de não se expressar. Manter-se calado é a opinião de alguns, ou mesmo, da maioria.
No estudo da Opinião Pública, há quem considere essa ''não manifestação'' como a ''não-percepção da informação''. Ou seja, quando a opinião se recusa em conhecer o acontecimento. 
Lembrando que o acontecimento por si só é a informação, é possível também a identificação de outros fatores que causam a fuga do cidadão em relação a opinião. São as Regras de distorção.
Através dessas regras - influenciadas pelo interesse material, pela paixão, pela causa coletiva e pelos desejos sinceros - deixamos, não raro, de expressarmos nossa opinião. Quero dizer... Se nosso interesse em relação a determinado assunto (acontecimento) é maior que a natureza da própria opinião, significa que esta (opinião) será mantida na particularidade.  
Acontecimento, informação e opinião acontecem paralelamente, mesmo que o estado da opinião seja de absoluto sigilo, de não manifestar-se.

sábado, 19 de março de 2011

Nova leitura:


Mesmo sem começar a ler, quero apresentar minha nova compra! Pois, o livro do (meu) momento é Os Filmes da Minha Vida de Alberto Fuguet. Ainda não quero palpitar, afinal, começo a ler nas próximas semanas. Aparentemente, é um romance interessante, que me agrada e me faz ler até a última página. Nos dias seguintes, escrevo algo mais concreto sobre em que a história convence. Que seja uma ótima leitura.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Opinião?

São diversos os autores e estudiosos que apresentaram, nas mais diversas áreas, os fatores que influenciam a nossa formação de opinião. Portanto, essa contribuição ocorre, naturalmente, através da nossa vivência cotidiana, da nossa experiência de vida e, sem dúvida alguma, pela quantidade de informações que possuimos pelos diversos meios e fontes.
Entre uma relação e outra, uma atitude e um comportamento, seja ele individual ou grupal, os fatores sociológicos e ecológicos se destacam por suas características e importâncias no desenvolvimento cultural e material que englobam nossa formação. Porém, um dos aspectos que mais contribui nesse processo de ''opinião própria'' está voltado, em grande parte, para os fatores econômicos.
O status (econômico) social, o nível de classe em que se encontra o indivíduo, a riqueza material que este possui, determina - quase sempre - a própria opinião e dos demais que se inserem no mesmo contexto. Incrível mesmo, é como as pessoas mudam as opiniões simplesmente pela influência econômica e como se sujeitam a padrões de opiniões apenas pelo fato de que - pensar de tal modo - significa pertencer a um grupo de nível elevado. 
Pensamento capitalista? falta de informação e conteúdo? influência alheia? ignorância? Por que as pessoas deixam-se levar pelo pensamento ''financeiro''?

segunda-feira, 14 de março de 2011

Nine:


  

 ''O cinema no cinema''. ''A imaginação como protagonista''. Nine (2009) é um espetáculo e tanto para quem ama a sétima arte. Resultado de uma ótima produção, o filme valoriza necessariamente o cinema italiano, mostrando todo seu charme e seu diferencial. Com um elenco extraordinário, Nine encanta do começo ao fim, surpreende e não deixa a desejar. Um belo, encantador e imperdivel musical!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Momento Opinião:



  
''A mistura dramática e assustadora de Cisne Negro, torna-o um filme encantador. Porém, não bastasse a ótima história, um cenário ''brilhante'' e uma boa intriga, é impossível não falar de Natalie Portman que está fantástica. Cisne Negro é, possivelmente, mais um daqueles filmes que irá marcar a história do cinema nessa nova década. Um filme muito bem produzido, com uma ótima visão de público e que não deve ser visto apenas uma vez''.  

Saulo José

sábado, 5 de março de 2011

Caça às Bruxas com Nicolas Cage:

Caça às Bruxas é, sem dúvida alguma, aquele tipo de filme que surpreende ao assisti-lo. O filme é sensacional e muito bem produzido. Porém, esse resultado positivo de Caça às Bruxas não deve ser atribuído apenas pela atuação de Nicolas Cage.
Embora o ator esteja fascinante como o descrente ''Behmen'', é certo que a direção fotográfica, os efeitos de cenas e o contexto da história contribuem para que o público vá ao cinema e aprecie esta recente produção.


Interessante mesmo, é o poder de registro histórico da Idade Média que o filme apresenta. Com alguns poderes sobrenaturais, Caça às Bruxas mostra a sua versão das Cruzadas, das batalhas, da fome e da inesquecível Peste Negra.
Como todo filme, este também divide muitas opiniões. Quanto às críticas, são inúmeras que ouvi e li. Há quem acredite que Nicolas Cage fracassou nesse papel. Particularmente, o que mais agradou foi a transparente Opinião pública que o filme revela, mais uma vez, da época em que a igreja era o poder central da sociedade. 
Quem ainda não viu Caça às Bruxas, deve assistir e perceber que não é um filme fraco e sem conteúdo. Pelo contrário, é possível discutir vários aspectos históricos, de crença e poder.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A Cabana:

Não é de hoje que ouço críticas dos leitores de ''A Cabana''. O livro de William P. Young, que se tornou um best-seller não convenceu, aparentemente, a maioria dos interessados e curiosos da história. Entre todos que leram A Cabana, apenas recebi opiniões negativas... Afirmações de que o livro é uma decepção.
O que mais impressionou meus amigos e colegas - quanto ao livro, obviamente - foi o final da história e algumas ''teorias'' pessoais em que o autor se afirma. Ainda não terminei a leitura, mas - por enquanto - A Cabana tem me deixado satisfeito. As inúmeras ideias e questionamentos da história fazem parte da minha formação e, por isso, surge a afinidade entre eu e o livro.


Contudo, não quero apresentar uma sinopse da obra, mas informar o quanto A Cabana apresenta uma extensa discussão sobre liberdade, amor, crença, ceticismo e, até mesmo, religião. O envolvimento de personagens, os assuntos e o modo como são abordados oferecem opções de perguntas e conhecimento.
Um livro, particularmente, interessante. Fácil de ler, mas não tão simples de se compreender. É aquele tipo de livro que deve ser lido no silêncio da madrugada, na tranquilidade do amanhecer de domingo e quando se quer pensar em seu próprio comportamento diante de Deus.
Começo agora o capítulo 8, por isso não é descartável a possibilidade de decepção com o final. Mas prometo que, gostando ou não da conclusão da história, volto para expressar minha opinião. Quanto aos curiosos de plantão, diria que ter uma leitura própria é sempre mais agradável e necessária.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Simples, velho e divertido:

 Quem nunca assistiu Ela é O diabo!?

 Não é sempre que os ''canais aberto'' de televisão passam filmes ruins e desinteressantes. No último sábado, por exemplo, a Tv Record exibiu ''Ela é o Diabo'' (1989) com Meryl Streep, Ed Begley Jr, Roseanne Barr, Sylvia Miles e Linda Hunt. A comédia com direção de Susan Seidelman é um filmes simples, bem divertido... Daqueles que agrada toda a família. 


Assistir Ela é o Diabo, nos faz pensar o quanto o cinema atual oferece pouca comédia boa. Os filmes do gênero (comédia) da década  de 80 e 90, em particular, são muito mais atrativos, engraçados e saudáveis. Hoje, é raro uma comédia que não fale de sexo ou que se resume à sátiras de outras produções.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Do terror para comédia:

O remake Piranha 3D é, incrivelmente, a passagem do terror para a comédia. Produzido em 1978, Piranha ganha nova versão. Desta vez, férias, bebidas, homens bombados, tarados e mulheres siliconadas substituem a ''realidade''da história.  


Impressionante mesmo, é saber que o filme não atrai e não agrada em nada. Os efeitos são falsos e pobres, a direção fotográfica pouco ousada, as atuações deixam a desejar (apenas Richard Dreyfuss se salva) e terror é a última coisa que se pode encontrar no filme.


Assisti-lo da uma sensação de ''misericórdia''. Em alguns momentos pensei que - devido ao besteirol - estava vendo uma nova produção de American Pie. Pode não ser nenhum tipo de comédia, mas Piranha 3D vai fazer você rir muito... E como!

 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O filme é:

Nada de lançamento! ''Desaparecidas'' estreou em 2003 e, sem dúvida alguma, é um filme maravilhoso, extraordinário.


Entre as boas produções que formam minha lista dos preferidos, este é um filme que deve ser indicado e considerado ótimo. Cate Blanchett está sensacional e a fotografia de Desaparecidas causa inveja. Um filme que deve ser visto por todos, principalmente, pelos amadores da sétima arte. Além da ótima atuação de Cate, é impossível esquecer de Tommy Lee Jones. Desaparecidas deve se ter em casa para qualquer tipo de final de semana.

Glamour x igualdade:

No último domingo (13), o programa ''Ao Ponto'' do Canal Futura teve como tema de debate a sexualidade. Em específico, o programa destacou os vários lados da realidade gay na sociedade brasileira. Um assunto que foi possível debater de várias formas, envolvendo pessoas e culturas diferentes.



Escolas para homossexuais, a diferença de comportamento entre baladas heteros e gls e o preconceito (obviamente) estiveram em pauta. Mas o que chamou a atenção foi, naturalmente, aquele velho e cansativo assunto de igualdade, democracia e direito. Afinal, assim como os negros, índios e analfabetos, não há dúvidas de que o público gay precisa se sentir igual a todo e qualquer outro grupo.
Quando observados, não se pode dizer que a grande maioria busca pelo direito de igualdade. A luta gay-política no Brasil é, particularmente, a que menos se destaca no cenário social, cultural e histórico do país. Falta de oportunidade e confiança na comunidade? Provavelmente não!
O que falta, possivelmente, é o interesse da própria comunidade gay em buscar mais seriedade, conteúdo e meios que contribuam em sua evolução social. Infelizmente, questões como Lady Gaga, Balada, Luxo e Glamour são as preocupações reais dessa maioria afetada pela futilidade.
Numa recente entrevista à revista ''IstoÉ'', a modelo Isabella Fiorentino afirmou que não gostaria de ter um filho homossexual. O motivo? Para ela não é uma questão de vergonha ou preconceito, mas de preocupação sobre o exagero de promiscuidade que o público gay tem apresentado.
Devido a esse tipo de comportamento e outras diversas situações que atrapalham uma realidade mais social, é preciso se conscientizar do tamanho do problema enfrentado por gays, simpatizantes...
Contudo, é a mentalidade dessas pessoas que não as deixam viver um mundo democrático. Pois, ser democrático não é ter todas as músicas de Katy Perry no computador ou celular e, muito menos, dizer constantemente ditados que somente o ''meio'' entende. É uma pena!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Agora é pra valer:

Quem gosta de dia nublado, garoa e um pouco de frio deve ter aproveitado o final de semana na serra gaúcha. Sem sol, o sábado e o domingo foram apropriados para o descanso, para ''tirar aquela soneca'', esquecer dos compromissos e ver um bom filme. Mas, é claro, deixamos isso de lado. Afinal, confesso que não estou aqui para falar do meu final de semana.
Quero apenas informar que, a partir de hoje, este blog será atualizado com mais frequência e pela diversidade de assuntos. O novo emprego/trabalho já garantido, a nova rotina de academia e estudos ajudam na hora de sentar em frente ao computador e escrever sobre o que pode ser importante.
Espero que me desculpem pela ausência nas últimas semanas. Esse tempo com pouquíssimo assunto atualizado se deve a outro tipo de ocupação... Como, por exemplo, entrevistas de emprego, viagens e problemas pessoais. Aguardem, volto com vários assuntos! Uma boa semana a todos.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O melhor sempre fica para o final?

Ainda adolescente eu sabia que, independente de ter conteúdo ou não, ''Jogos Mortais'' ganhava minha atenção. Os primeiros filmes eram, particularmente, fascinantes, curiosos e inovadores. Mas entre todos, eu sempre tive uma preferência por ''Jogos Mortais V''... Talvez, pelo fato de ser o único da sequência que consegui assistir no cinema.


Do primeiro ao sétimo, todos assistidos. Mas hoje - com outra formação e idéias - confesso que Jogos Mortais ( O Final) foi uma decepção. Acredito que foi um dos mais fracos, pouca criatividade e nada de inovador. A expectativa para ver o último filme era tão grande que não consegui superar. O filme, é claro, deixou a desejar!


E eu pergunto... O melhor sempre fica para o final? Nem sempre!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A Outra (2008):




A história é interessante, os atores excelentes e o filme maravilhoso. Entre tantos, hoje é dia de falar sobre ''A Outra''. A primeira vez que assisti o filme, no ano de lançamento (2008), prestei pouca atenção e vi menos que o necessário. Era noite de sábado, já havia tomado algumas latas de cervejas e algumas taças de vinho. 


Agora, em 2011, resolvi assistir mais uma vez e matar a curiosidade de alguns detalhes que passaram despercebidos. E quantos detalhes! O filme, simplesmente, é cativante, bastante formal e - com certeza - bonito e bem produzido. Natalie Portman, Eric Bana e Scarlett Johansson estão fantásticos.


Numa mistura entre história, paixão, traição, sociedade e poder, não há dúvidas de que o filme satisfaz o telespectador. A bela fotografia também contribui no resultado positivo de A Outra. Além da atuação desse trio extraordinário, o figurino usado pelos atores é apaixonante. A Outra é um filme que todos devem assistir, pois além de ''rostinhos'' bonitos, o filme tem um ótimo conteúdo.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vidro - Arte e Transparência:



Artistas Vidreiros de Porto Alegre





''A arte não pode ser definida ou explicada, pode apenas ser sentida através da sensibilidade daqueles que sabem apreciá-la''.




Fotografia: Saulo José
Exposição: Arte e Transparência
Período: segue até 28 de fevereiro
Horário: segunda a sexta, das 8h30min às 18h e sábados das 10h às 16h
Local: Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim - Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima
Rua Dr. Montaury, 1333
Caxias do Sul (RS)