De foto em foto se constrói o bom fotógrafo:


Diversidade em produção: conteúdos que apresentam um valor particular!
- Particularmente, fazer postagem em blog é algo sério e interessante para o meu aprendizado. Por mais que o texto seja meramente um ''bom dia'' ou ''faz calor lá fora'', quero dizer que tudo têm um valor. É aqui que aprendo, erro e acerto. Gosto muito do meu blog, das postagens feitas desde o início e espero que você, leitor, encontre alguma coisa útil que lhe faça comentar ou criticar. Críticas (positivas ou negativas) são sempre aceitas e compreendidas. Pois, diga-se de passagem, é sempre bom ter um espaço pessoal e, supostamente, democrático.

Enquanto alguns se preocupam com a inteligência humana, outros detonam a informação destinada a essa mesma inteligência. Enquanto a arte e a cultura interessa aos supostos ''cultos'', outros são verdadeiros fúteis. E o que é certo ou errado nesse fluxo indeterminável de contradições? Saber detalhes da morte de Michael Jackson ou se preocupar com a gripe suína?
O que torna mais interessante? O Rio de Janeiro retratado nas obras de Machado de Assis, o sofrimento dos judeus e ''companhia'' nas mãos dos nazistas ou as gravações telefônicas da família Sarney? O cotidiano surpreende e acrescenta aos inteligentes e interessados a suposta inteligência.
Na vida, o desejo de desistir não ocorre porque falta o dinheiro, o carro, o pão e o cigarro... e sim porque as pessoas sempre fazem ao contrário do que dizem. Elas sempre dizem que o amor está acima de tudo e que a fé move montanhas, é isso que elas gostam de dizer. Eu já não me preocupo mais.
Se dizem que o Michael Jackson morreu por causa de remédios e etc, é porque ele realmente morreu. Se afirmam sua sentença é porque algo você está devendo. Enfim, enquanto elas dizem isso e aquilo eu prefiro me preocupar com o que me agrada e dará um retorno ''num futuro próximo''. E que se danem, eu não estou nos melhores dias mesmo. Quem são essas pessoas pra me julgarem?
Nada vai me fazer cair e é por isso que ''eu sempre procuro mostrar o que sei e o que quero fazer''. Nessas horas, poucas coisas não me fazem desistir... E olha que elas serviriam pra bancar belas detetives. Que se danem... Eu ainda prefiro minhas fotografias do que as discussões alheias.







A escritora francesa, filósofa e feminista Simone de Beauvoir disse, em algum momento da vida e em uma de suas obras, que a mulher ''não nasce mulher: torna-se mulher''. E eu diria que ''ninguém nasce humano: torna-se humano''.
Ao assistir ''A Caçada'', filme que acredito ser bastante interessante para qualquer estudante de jornalismo, tomei a decisão de analisar - a partir deste - como nós jornalistas somos representados nas mais diversas histórias e produções cinematográficas. Anuncio, portanto, o início de uma ''sessão cinema'' por quem não estuda cinema, faz jornalismo, admira a sociologia e admira a história.
A Caçada dirigido por Richard Shepard abriu caminho para estudos e análises próprias embasadas, ora na curiosidade e no gosto pelo tema, ora no conhecimento acadêmico, nas leituras de revistas, livros e jornais. Há também uma contribuição dos diversos programas televisivos sobre cinema, os quais em algum momento ''fomentaram'' o questionamento e a curiosidade pela atividade jornalística abordada no cinema.
Entretanto, a história com base em fatos reais impressiona ao mostrar varios lados da profissão de um profissional do jornalismo. Como jornalista, algumas observações tornaram-se óbvias, talvez corretas e fieis a nós profissionais.
O filme que se inicia com a presença de dois jornalistas na cobertura de guerras e entre elas, uma específica guerra na Bósnia, ganha proporções inevitáveis a aborda alguns dos mais importantes temas do jornalismo...

O programa Ao Ponto da Tv Cultura desse domingo ''colocava na roda'' o debate sobre a questão da sexualidade na adolescência. O assunto que também foi focado em outros importantes temas, como o da aids, apresentou algumas discussões necessárias, mas nem tanto fora da obviedade. A participação do cantor Júnior - da dupla Sandy e Júnior - assutou um pouco, afinal, Júnior Lima não é a melhor figura pra participar de um programa educativo (com todo respeito ao cantor e queridos fãs).
Quanto ao programa, a abordagem sobre a questão da aids no contexto dos jovens brasileiros nos faz pensar seriamente na realidade, problemas e, talvez, nos ''erros'' que a maioria dos jovens e portadores do vírus cometem na relação entre o desenvolvimento e a sexualidade.
A relação entre o próprio corpo e a sexualidade não é, particularmente, um comportamento democrático e consciente por esses jovens. A informação, por mais escassa que seja, está em algum lugar ou momento da vida de cada cidadão.
Doenças sexualmente transmissíveis, alcoolismo, consumo do cigarro e de qualquer tipo de droga, não acontece exatamente pela ausência de informação, mas pelo distanciamento que as próprias pessoas causam entre a informação e os recursos oferecidos social e culturalmente.
Recursos, as vezes, simples e necessários para grandes cuidados. Os jovens falam tranquilamente sobre sexo, mas ao mesmo tempo se envergonham de pedir preservativos nos postos de saúde. Um comportamento que acarreta os mais diversos equívocos e consequentes problemas.
Todo bom jornalista sabe que ser um profissional da comunicação é ter tamanha responsabilidade com a educação, com o social, com a informação, com a ética e com as 24 horas que fazem parte do nosso dia.
A informação que pode estar, ora nos veículos de comunicação, ora “numa’’ conversa informal, nos faz pensar e agir constantemente a favor do profissionalismo, do conhecimento e da aprendizagem. Com a fotografia não seria diferente.
A prática fotográfica também ensina, informa, faz ver das mais variadas formas e diferentes ângulos e, muitas vezes, encanta e apaixona quem produz ou quem faz a leitura de uma boa imagem.
Considerando os aspectos acima, tive a idéia sugestiva e oportunidade de fazer um “ensaio fotográfico” de alguns lugares durante uma viagem ao sul do Brasil. Em “Um olhar sobre Caxias” procuro mostrar, através da fotografia e de uma visão particular, locais e pessoas que identificam o município de Caxias do Sul.
A vontade de aprender te impulsiona a ter uma visão diferenciada dos demais. Você sai como se não houvesse rumo e nem hora pra voltar. E quando você vai, é preciso registrar o que você encontra. E o que você encontra nem sempre agrada a todos, mas pode - em algum momento - agradar a si mesmo. Segue, portanto, apenas um aperitivo:









O que as pessoas sabem sobre a função do ''jornalismo'' ou do ''jornalista'' não passa, na maioria das vezes, de definições carregadas pelo senso comum. Ora, o jornalista é comparado apenas com quem ''da'' e ''cria'' notícias, ora por aquele que carrega um microfone e lê muitos livros. Não bastasse as mais simples e óbvias definições destinadas aos profissionais da comunicação, para que outros equívocos ''frente'' ao jornalismo fosse encontrado e apresentado como definição e compreensão da atividade jornalística.
Dentro dessa perspectiva, a curiosidade e o impulso por descobrir o que as pessoas pensam sobre nós jornalistas surge como objetivo de uma nova pesquisa, em que as análises e comprovações que autores já utilizaram para ''decifrar'' o jornalista servirão como embasamento de um trabalho pessoal, voltado para o reconhecimento que pessoas de diferentes classes apresentam sobre o jornalista.
Se a confusão entre jornalista e artista ainda é existente ou se tal é considerado as celebridades da notícia, é porque a sociedade, parte dela, ainda não compreendeu a função social do jornalismo. Função que não se resume no acompanhamento do microfone, do rostinho bonito na tv e de um autógrafo na rua.
E você como define a função social do jornalismo ou, como preferir, do jornalista?



Depois de uma sequência do Big Brother Brasil e de outros reality(s) show(s) como ''O Jogo'' e ''Jogo Duro'', a globo resolve novamente investir em ''No Limite''. 2009 promete: confirmado a nova versão do programa, novos participantes já estão sendo selecionados. Será que o No Limite sairá um pouco da rotina de gostosões e gostosonas que buscam um lugar na telenovela brasileira? O público espera pra ver.



Opinar, expor opiniões e mostrar em que você é bom, é uma oportunidade para o interessado. Registro aqui, aquilo que considero útil e necessário de ser registrado. Quanto ao ''bom''... Se aprende produzindo!
''O jornalismo é uma parte da minha vida. Uma grande parte. Passado, presente e futuro''.