


Diversidade em produção: conteúdos que apresentam um valor particular!
- Particularmente, fazer postagem em blog é algo sério e interessante para o meu aprendizado. Por mais que o texto seja meramente um ''bom dia'' ou ''faz calor lá fora'', quero dizer que tudo têm um valor. É aqui que aprendo, erro e acerto. Gosto muito do meu blog, das postagens feitas desde o início e espero que você, leitor, encontre alguma coisa útil que lhe faça comentar ou criticar. Críticas (positivas ou negativas) são sempre aceitas e compreendidas. Pois, diga-se de passagem, é sempre bom ter um espaço pessoal e, supostamente, democrático.





A outra versão para Juno é a minha versão. Um outro lado que segue um roteiro mais real à uma histórinha, até então, apresentada por Ellen Page. Essa outra história é a minha, pois Juno existe no lado masculino. Optar por contar diariamente a própria história não é falta do que falar e escrever, é uma escolha comum e somente quem faz essa escolha compreende o porque.
Não se trata de depressão ou algo do tipo, mas de considerar sua própria vida relevante e acreditar que, por mais comum que seja, pode intereressar a alguém. A partir disso, ''A outra versão de Juno'' passa a ser ainda mais pessoal do que ja foi e faz com que você realmente perceba o inusitado preso ou solto no interior do não novo.
Juno por aqui é um garoto corajoso e que não corre o risco de engravidar e querer doar o filho gerado dentro de si. Ja viveu uma mistura de cultura, aprendeu muito com isso e continua descobrindo o que há de novo em seu trabalho, sonhos e desejos. Jovem e ainda com energia de sobra, trabalha no comércio, pretende no futuro ser um jornalista com credibilidade e com certeza faz algo para que isso aconteça.
Já deu pra entender a mudança que esse espaço está tendo através das idéias loucas do proprietário. Afinal, é exatamente isso o que ele quer: descrever seu próprio cotidiano e la na frente voltar ao passado e entender o porque cada qual foi como deveria ser. O que não deve ser, ele muda com as próprias mãos, quanto as consequências... Juno, vivendo e aprendendo com base numa verdade nua e crua.






Legislação em ética e Jornalismo
Estudo comparativo dos manuais de redação: Folha de S.Paulo e jornal O Globo
Ao analisar os manuais de redação de ambos os jornais (Folha de S.Paulo e O Globo) encontrei algumas respostas de forma bem clara. Portanto, com outras tive algumas dificuldades: alguns manuais não falam sobre determinado assunto e/ou quando falam é preciso usar a interpretação sobre a opinião deles. Dessa forma, procurei responder numa mistura de visão entre o próprio manual e aquilo que entendi sobre eles.
- Segue um trecho do trabalho
Verbetes ou temas para análise:
1) Anonimato da fonte, off e sigilo:
A Folha de S.Paulo fala em seu manual sobre informação sigilosa. Quanto ao off, ficou a desejar. O interessante é que o jornal defende a informação que interessa ao leitor. Ou seja, o dever de sigilo é responsabilidade do proprietário da informação. Já o jornal O Globo, é claramente defensor da ética enquanto dever de proteção de informação a quem prometeu direito de anonimato. O jornal só dispensa a possibilidade de manter um personagem anônimo quando este fornece informação incorreta e falsa.
2) Questões éticas:
A ética encontrada no manual da Folha de S.Paulo diz, basicamente, alguns princípios daqueles encontrados no código de ética do jornalismo. O jornal deixa claro a preocupação com o uso do nome e da profissão para se dar bem em questões particulares. Nesse caso, a necessidade em seguir princípios éticos é um dos objetivos do jornal.
Quanto ao jornal O Globo, é perceptível a cobrança sobre uma avaliação das informações antes de publicá-las. Como o próprio manual apresenta: as exigências éticas não prejudicam a prática do jornalismo, ao contrário, elevam a qualidade da informação.
O que se percebe, é que o jornal não se preocupa com a quantidade de informação e sim com a informação necessária e correta. Entretanto, se o próprio jornal não segue o que está no manual já é uma opinião de cada leitor, de cada jornalista.
Outro ponto importante de destaque no manual é a intolerância da influência política, ideológica e pessoal. O Globo acredita e defende em seu manual a possibilidade e o dever de seus jornalistas buscarem a participação isenta daquilo que pode influenciar o trabalho de cada um. Apesar dê serem questões que envolvam outros vários aspectos, esses são alguns básicos conceitos éticos do jornal.
3) Preconceitos:
Folha de S.Paulo fala sobre a utilização de termos que denotam preconceito. A forma, talvez, de expressar deve ser um cuidado e tanto ao escrever uma matéria que discuta o preconceito e a discriminação. Utilizar termos como O Presidente Negro ou o ativista Gay só mesmo quando torna a matéria mais relevante.
Não saindo muito da visão da Folha, o jornal O Globo também aborda o preconceito enquanto relevância para uma matéria. Ou seja, o mesmo procura não acolher manifestações preconceituosas, mas registrar em forma de denúncia.
4) Informação não confirmada:
Informação não confirmada foi complicado encontrar no manual de Folha. Apenas o jornal O Globo apresentou alguma coisa sobre o tema. Este prefere a não publicação de informações não confirmada. Desde que a falsa informação seja necessariamente alguma forma de denúncia.
5) Direito de resposta:
A folha não diz nada abertamente sobre tal direito de resposta, pelo menos no manual em que pesquisei. Já o jornal o Globo faz referências básicas e necessárias a todos os jornais.
Como por exemplo, o cuidado que se deve ter ao publicar uma matéria, analisando as fontes, pesquisando sobre o que é verdade ou não. Algo do tipo, que possa influenciar na relação entre entrevistado, reportagem e leitor.
Dessa forma, se houver algum tipo de erro da parte do entrevistado ou do jornalista, é preciso fazer acontecer o direito de resposta. Essa tarefa, portanto, o próprio jornal deve procurar a melhor forma de se esclarecer aos seus leitores.
6) Censura:
Ao ler o manual de redação da pra se entender que nesse tipo de situação a Folha de S.Paulo apenas bloqueia ou censura quando o assunto a ser publicado coloca em risco a segurança pública de pessoas ou empresas.
O jornal O Globo não dispõem abertamente desse tipo de assunto em seu manual, mas afirma que a censura ocorre quando não se publica assuntos que vão além daqueles que preocupam a condição ética do jornal.
7) Engajamento político:
Falar do engajamento político é voltar às questões éticas discutidas acima. Sendo assim, a Folha de S.Paulo deixa claro a preferência do profissional pela imparcialidade político-ideológica.
É claro que o jornalista não consegue ser totalmente imparcial e não ter uma ideologia e preferência. Entretanto, o mesmo deve buscar pela suposta imparcialidade, não deixando que suas preferências – principalmente políticas - influenciem diretamente em seu trabalho.
Para a Folha, esse tipo de influência reflete no trabalho do profissional, fazendo com que perca suas principais características, como por exemplo: o senso crítico.
8) Objetividade:
A folha de S.Paulo declara não existir a objetividade. Da mesma forma que o jornalista deve buscar tal imparcialidade, o profissional está sujeito ao contexto e a sua própria formação.
As idéias, as preferências e o contexto em que vive o jornalista contribuem para que o mesmo produza a reportagem de uma única forma: sua forma própria e única de ver o mundo. Devido a isso, o jornalista nunca conseguirá ser totalmente objetivo, começando pelas palavras que usa ou omite.
- Pesquisando o manual de O Globo não encontrei referências sobre o assunto.
9) Opinião:
Ter acesso aos manuais de redação desses jornais foi uma experiência questionável. Compreender a forma como cada um deles procura trabalhar, se relacionar com o leitor e publicar suas inúmeras reportagens, nos faz pensar em diversos conceitos éticos jornalísticos.
É interessante perceber que seus manuais não fogem da realidade ética jornalística. Os objetivos e métodos de trabalho de cada jornal estão sempre voltados ao código de ética e, por isso, nos impulsiona ainda mais a questioná-los sobre a realidade dos mesmos.
Afinal, ao mesmo tempo em que um veículo defende a busca pela imparcialidade, sabemos que ele mesmo se mostra abertamente sujeito e partidário a algum partido político. Entretanto, ao ler um manual ou outro chega a ser irônico e equívoco.
Talvez, o essencial nesse trabalho não foi descobrir como os manuais tratam os diversificados assuntos, mas analisar uma grande diferença existente entre o manual teórico e a prática na realidade.















Opinar, expor opiniões e mostrar em que você é bom, é uma oportunidade para o interessado. Registro aqui, aquilo que considero útil e necessário de ser registrado. Quanto ao ''bom''... Se aprende produzindo!
''O jornalismo é uma parte da minha vida. Uma grande parte. Passado, presente e futuro''.