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- Particularmente, fazer postagem em blog é algo sério e interessante para o meu aprendizado. Por mais que o texto seja meramente um ''bom dia'' ou ''faz calor lá fora'', quero dizer que tudo têm um valor. É aqui que aprendo, erro e acerto. Gosto muito do meu blog, das postagens feitas desde o início e espero que você, leitor, encontre alguma coisa útil que lhe faça comentar ou criticar. Críticas (positivas ou negativas) são sempre aceitas e compreendidas. Pois, diga-se de passagem, é sempre bom ter um espaço pessoal e, supostamente, democrático.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Lição de aula.

Negros, índios, portugueses, espanhóis, italianos, polacos, árabes, japoneses, chineses, argentinos, bolivianos, paraguaios.

´´Somos uma nação mestiça``
Che Guevara
Após assistir a aula de hoje -Teoria da Comunicação - com minha querida professora Ju Fontanella, fiquei ainda mais assustado e com um pouco de raiva em saber o quanto nós, brasileiros, somos influênciados pela cultura norte-americana. Parece fácil entender, mas não é.
É vergonhoso, triste e assustador.
Quando percebo que aprender falar inglês é uma questão de ´´pagamento`` ao que os Estados Unidos fez pelo Brasil, isso me deixa com o nervo em chamas. Primeiro, porque os americanos não fazem nada por nós ... há não ser querer o que é nosso. Segundo, porque talvez mandem em nós e no mundo todo. ( e mandam ? )
Assim como a professora e jornalista explicou durante a aula - destacando algumas idéias de José Marques de Mello - somos, realmente, uma mistura. Mistura que não é perceptível por cada um de nós. Afinal, somos influênciados pela cultura dominante, pelo modelo dominante, pelo comportamento dominante. Nesse caso ... os negros não significam necessariamente nada, os índios ... idem!
A única coisa que significa nesse meio todo é saber falar inglês, porque com o inglês você consegue emprego, você ouve músicas americanas e não precisa acessar o vagalume para saber a tradução. Porque com o inglês você se assemelha ainda mais a eles ... e enquanto eu fico mais semelhante a eles, eu perco a minha origem!

4 comentários:

  1. Olá Saulo! A nossa percepção de mundo é nossa maior e mais importante referência enquanto jornalistas. Nós precisamos saber quem somos, a que mundo pertecemos, para que possamos ter o espírito crítico necessário a realização de nosso papel como comunicadores. Sim, somos latino-americanos, com Chavez, Lula e Cia, mas com uma natureza exuberante, terra fértil, grandes idéias. Somos um povo mestiço, forte e lutador, dominado culturalmente, sem dúvida, mas com o espírito de resistência ainda vivo como o de nossos antepassados negros, índios e colonos. Seu blog é excelente, vou acompanhá-lo! Obrigada pelo convite!

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  2. eu concordo em partes com o que você escreveu no seu blog pois sabemos que temos a nossa cultura com influências sim, mas nem por isso somos menores mas sim somos uma grande mistura de todas as outras culturas. Isso nos faz sermos diferentes e termos essa cultura linda que temos e diferente de todas as outras. A opção pelo ingles que pensamos ser apenas dos Estados Unidos é umm trsite engano a todos que tem esse pensamento apenas virou uma língua mundial onde todas as culturas adotaram como sendo obrigatória antes era o francês e vai ser assim ate outra cultura dominar o mercado financeiro, o que na realidade não vai demorar muito pois a China ja esta tomando o lugar de potencial mercadológica.
    Então apenas devemos fazer o nosso papel de comunicadores e tentar informar que nossa cultura é forte e marcante e que nosso país tem uma grande potencia basta que nós brasileiros amemos os nosso país e principalmente quando formos as urnas façamos do nosso direito de votar a escolha certa.

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  3. Olá Saulo, gosto de suas idéias revolunionárias sobre assuntos polêmicos. Mas calma, a língua Inglesa é só mais uma língua das tantas no planeta. Vamos conversar sobre isso ok?
    Beijos
    Angel

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